Mostrando postagens com marcador Missões. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Missões. Mostrar todas as postagens

domingo, 31 de agosto de 2014

Missões possíveis



Portanto, vão e façam discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, ensinando-os a obedecer a tudo o que eu lhes ordenei. E Eu estarei sempre com vocês, até o fim dos tempos.

Mateus 28:19-20


O assunto ‘’missões’’ sempre me despertou curiosidade. Um dos meus cultos prediletos é o culto de missões. Logo que comecei a aprender sobre o Evangelho e ouvir sobre o ‘’ide’’ esse tema ficou em minha mente.
Confesso que antes o que via sobre missões era a possibilidade de viajar para outros lugares, países, continentes etc e só passear. Porém, essas coisas eram de quando eu era menina na fé e fazia coisas de menina. Hoje, à medida que cresço espiritualmente, percebo a importância das missões como forma de expansão do Evangelho de Cristo Jesus.
Infelizmente, por contas de inúmeras distorções e até mesmo por comodismo, não ouvimos com frequência sobre o trabalho missionário nas igrejas e quando falam as pessoas ficam com medo de terem ‘’o chamado missionário’’ e terem que deixar família, país, trabalho e amigos para viverem num lugar desconhecido e sujeitos às torturas e morte. Sobre isso Jesus afirma:

E Jesus, respondendo, disse: Em verdade vos digo que ninguém há, que tenha deixado casa, ou irmãos, ou irmãs, ou pai, ou mãe, ou mulher, ou filhos, ou campos, por amor de mim e do evangelho,
Que não receba cem vezes tanto, já neste tempo, em casas, e irmãos, e irmãs, e mães, e filhos, e campos, com perseguições; e no século futuro a vida eterna.

Marcos 10:29-3

Segundo Feniman (2009):

‘’ A igreja Brasileira nos últimos anos foi invadida por aquilo que denominamos de teologias da anti-missão. Uma dessas teologias é a teologia da prosperidade que levou a igreja evangélica brasileira a uma mudança de paradigma. As igrejas, bem como seus ministérios, suas pregações e suas ações deixaram de servir para serem servidas. Neste processo nossa igreja busca somente satisfazer seus próprios interesses. ’’

Paulo Feniman fala sobre o distanciamento que nós, servos de Deus, temos deste assunto, sempre preferidos falar exaustivamente sobre qualquer outro tema que não seja a pregação do Evangelho. O cristão e a igreja que reconhecem sua identidade em Cristo deseja agir em favor dos que ainda não foram alcançados pela Palavra redentora de Jesus Cristo. Feniman ainda sugere alguns passos para que comece a mudança na igreja que quer ter sua identidade de embaixador do reino restaurada:

1. Leitura da Palavra e estudo sobre missões, pregação do evangelho etc.

2. Identificar mitos e modismos que estão imperando no seio da igreja e modificar o modo de pensar através da Bíblia e seus ensinamentos.

Feniman ainda afirma que ‘’olhar para Cristo nos levará a abandonar nosso orgulho e hipocrisia que gera um muro que nos separa da missão autêntica’’.


Referencia


FENINAM, Paulo. A Teologia da Anti-Missão. Disponível em:< http://www.miaf.org.br/artigos.asp?idartigo=59&nome=a-teologia-da-anti-miss%C3%A3o>. Acesso em 25 de ago.2014.



terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Quem está segurando a corda?

Uma certa vez, em uma aldeia, havia um rio que ninguém ousava tomar banho nele, pois era muito fundo e a correnteza era forte. Um certo dia um garoto aproximou-se do rio e resolveu entrar. Em poucos instantes o garoto estava gritando por socorro, pois começou a afogar-se. Toda a aldeia veio para ver o que estava acontecendo, mas ninguém ousou entrar. De repente veio uma mulher gritando e chorando pois era o seu filho que estava na água... Um homem vendo o desespero daquela mãe, resolveu entrar para resgatar o garoto, mas impôs uma condição, ele amarraria uma corda em sua cintura e as pessoas que estavam às margens teriam que segurar a outra ponta e puxarem-na assim que ele alcançasse o garoto. E, eles aceitaram a proposta.
Chegando no meio do rio o homem conseguiu agarrar o garoto e gritou para que as pessoas os resgatassem puxando a corda, mas a multidão que estava à margem discutia de quem era a obrigação de segurar a corda. Outros discutiam sobre quem pagaria a corda caso ela fosse arrastada junto com aquele homem. Com isso esqueceram-se de segurar a corda, e os dois foram vencidos pela correnteza... e afogaram-se. Quando deram fé, era tarde demais. 
Este rio representa o mundo, o garoto, as pessoas perdidas sem Jesus, o homem que foi resgatar representa o missionário, e as pessoas que estavam à margem do rio a igreja. Eu não sei onde você se encaixa nesta história, mas reflita nela, pense sobre o que você tem feito por qem está lá, na outra ponta da corda!
“Missões se faz com os pés dos que vão, com os joelhos dos que oram e com as mãos dos que contribuem”. Não com a filosofia dos que discutem.

Texto enviado ao blog http://sandovaljuliano.blogspot.com pela irmã Fátima Montanari

LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Compartilhe os textos

Gostou? Compartilhe !!!